Validação no Brasil dos primeiros questionários específicos para “Avaliação da qualidade de vida nos pacientes com Doença Venosa (AVVQ) e Úlcera Varicosa (CCVUQ)”

Mestrandas – FLÁVIA DE JESUS LEAL  e  RENATA CARDOSO COUTO UNIFESP/UNCISAL – APROVADAS POR UNANIMIDADE

Título da Dissertação: “Validação no Brasil de Questionário de Qualidade de Vida na Doença Venosa (Aberdeen Varicose Veins Questionnaire – AVVQ)”

Aluna: FLÁVIA DE JESUS LEAL – Mestrado
Orientador: Prof. Dr. Guilherme Benjamin Brandão Pitta

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Mestranda Flávia Leal

Banca de tese - Newton de Barros Jr., Laiz Zaú, Guilherme Pitta (orientador), Flávia Leal (mestranda) e Marcelo Araujo



Data: 17.05.2012         Horário: 8h30         Local: Sala Magid Iunes (UNIFESP)

Banca:

Prof. Dr. Marcelo Araújo / Professor Assistente do Departamento de Saúde da Universidade Estadual de Santa Cruz.

Profa. Dra. Laís Záu Serpa de Araújo / Professora Adjunta do Núcleo de Ciências Humanas, Sociais e de Políticas Públicas da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas/UNCISAL.

Prof. Dr. Newton de Barros Júnior / Professor Adjunto da Disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular da UNIFESP.

Suplente:

Profa. Dra. Suely Godoy Agostinho Gimeno / Professora Associada do Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP.

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Título da Dissertação: “Validação do Questionário de Qualidade de Vida na Úlcera Venosa Crônica no Brasil (Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire)”

Aluna: RENATA CARDOSO COUTO - Mestrado
Orientador:
 Prof. Dr. Guilherme Benjamin Brandão Pitta

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Mestranda Renata Cardoso Couto

Banca de Dissertação - Newton de Barros Jr., Lais Zau, Guilherme Pitta (orientador), Renata Couto (mestranda) e Marcelo Araujo

 


Data: 17.05.2012         Horário: 13h         Local: Sala Magid Iunes (UNIFESP)

Banca:

Prof. Dr. Marcelo Araújo / Professor Assistente do Departamento de Saúde da Universidade Estadual de Santa Cruz.

Profa. Dra. Laís Záu Serpa de Araújo / Professora Adjunta do Núcleo de Ciências Humanas, Sociais e de Políticas Públicas da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas/UNCISAL.

Prof. Dr. Newton de Barros Júnior / Professor Adjunto da Disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular da UNIFESP.

Suplente:

Profa. Dra. Suely Godoy Agostinho Gimeno / Professora Associada do Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP.

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OMS: gastos em saúde no Brasil continuam abaixo da média do mundo

 

O Brasil pode ser a sexta maior economia do mundo, mas em termos de gastos com a saúde, o governo brasileiro ainda se equipara à realidade africana e destina ao setor menos do que a média dos governos pelo mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertam que não faltam médicos no País. Ainda assim, a proporção de leitos é inferior à média mundial e comparável a vários países africanos. O Brasil é ainda um dos 30 países onde a população paga de seu próprio bolso mais de 50% dos gastos de saúde.

Os números mostram que, na última década, as autoridades brasileiras incrementaram o orçamento destinado aos serviços de saúde. Este incremento, no entanto, não é suficiente nem mesmo para que o País chegue ao patamar da média mundial. A distância entre o que se gasta no Brasil com a saúde e o que se gasta nos países ricos é ainda ampla.

Segundo a OMS, em 2000 o governo brasileiro destinava 4,1% de seu orçamento para a saúde. Dez anos depois, a taxa subiu para 5,9%. A média mundial é de 14,3% e a taxa brasileira chega a ser inferior à média africana. Do total que se gasta no País com a saúde, 56% vem do bolso dos cidadãos e não dos serviços do Estado. Apenas 30 de 193 países vivem essa situação. Em 2000, a taxa era ainda pior, com 59% dos custos da saúde vindo do bolso do cidadão. Desta forma, a taxa de 56% está distante da média mundial, de 40%. Nos países ricos, apenas um terço dos custos da saúde são arcados pelos cidadãos.

Em uma década, o governo triplicou o gasto por habitante. Mas ainda assim destina a cada brasileiro apenas uma fração do que países ricos destinam a seus cidadãos. No Brasil no ano de 2000, o governo destinava em média US$ 107 pela saúde de cada brasileiro por ano. Em 2009, ao final da década, a taxa havia sido elevada para US$ 320,00. O valor é inferior aos US$ 549,00 que em média um habitante do planeta recebe em saúde de seus governos.

Nos países europeus, os gastos médios dos governos com cada cidadão chega a ser dez vezes superior aos do Brasil. Em alguns casos, como Luxemburgo, gasta-se mais de US$ 6,9 mil por cidadão, quase 25 vezes o valor no Brasil. Na Noruega, o gasto é similar, enquanto a Dinamarca destina 20 vezes mais a cada cidadão em saúde que no Brasil. Mesmo na Grécia, quebrada e hoje sem governo, as autoridades destinam seis vezes mais recursos a cada cidadão que no Brasil. Os dados, porém, são do início da crise.

Governos como os da Romênia, Sérvia, Arábia Saudita ou Uruguai também destinam mais recursos por habitantes que no Brasil.

Outro dado preocupante: o País conta em média com 26 leitos para cada 10 mil pessoas. Os indicadores se referem ao período entre 2005 e 2011. 80 países tem um índice melhor que o do Brasil, que está empatado com Tonga e Suriname. A média mundial é de 30 leitos por cada 10 mil habitantes. Na Europa, a disponibilidade é três vezes superior a do Brasil.

Em termos de médicos, o Brasil vive uma situação mais confortável. Segundo a OMS, são 17,6 médicos para cada 10 mil habitantes, acima da média mundial de 14 por 10 mil. Mas ainda assim a taxa é a metade do número que se registra Europa. Já na África, são apenas dois médicos para cada 10 mil pessoas.

Fonte: Estadão on-line

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V Congresso Brasileiro de Ecografia Vascular – 23 a 25 de agosto de 2012 – Porto Alegre – RS

Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional Rio Grande do Sul está realizando no período de 23 a 25 de agosto de 2012 o V CongressoBrasileiro de Ecografia Vascular. Com o objetivo de consolidarnossa área de atuação e promover a atualização científica da especialidade a ComissãoCientífica tem a honra de convidá-lo para participar de nossa ProgramaçãoCientifica na seguinte(s) atividade(s):

Dia 23/08/2012 – Quinta-feira

12:00-14:00    Reunião Almoço I – Escleroterapia com Espuma Ecoguiada.

                        Coordenador:Guilherme Benjamin Brandão Pitta (AL)

Diagnóstico com Ultrasom Doppler colorido dirigidopara escleroterapia com espuma, qual a padronização do exame.
- Fanilda Souto(ES)

Escleroterapia com Espuma ecoguiada, quais os achados Ecográficosmais importantes?
- Charles Esteves (GO)                                                   

Tipos de esclerosantes para Escleroterapia comMicroespuma, quais os mais estéticos?
- Carlos Rover (PR)                                                           

Escleroterapia com Espuma Ecoguiada nos pacientes comCEAP 03 e 04 pode ser usada?
- Marcondes Figueiredo (MG)                                   

Escleroterapia com Espuma nos pacientes com CEAP 05 e06 é um método consagrado, podemos realizar sem Ecografia?
- Guilherme BenjaminBrandão Pitta (AL)                         

Escleroterapia com Espuma nas Varizes Ciáticas, qual omelhor método de diagnóstico e qual o melhor tratamento?
- Kenedy Pacheco (RJ)        

Escleroterapia com Espuma, quais as principaiscomplicações visualizadas com Ecografia Vascular?
- Solange Evangelista (MG)                                  

Revisão sistematizada no tratamento com Escleroterapiacom Espuma Ecoguiada   – Verdades e Mentiras?
- Aldemar Araujo Castro (AL)

§        Debate                                                                    

* Na atividade o tempo deapresentação será de 10 minutos para cada convidado e no final 25 minutos para debate.Em caso de dúvida sobre a atividade, contate com o coordenador – Dr. Guilherme Pitta guilherme@guilhermepitta.com.

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ANS vai regular honorários Medida pode acabar com a queda de braço entre médicos e planos de saúde por reajuste, garantindo atendimento aos conveniados

Clipping 16/05/12 – AMB

Correio Braziliense – Economia
ANS vai regular honorários
Medida pode acabar com a queda de braço entre médicos e planos de saúde por reajuste, garantindo atendimento aos conveniados
» GUSTAVO HENRIQUE BRAGA

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicará, nos próximos dias, uma instrução normativa para regulamentar os contratos entre médicos e planos de saúde. A determinação vai tornar obrigatórios um índice e uma periodicidade mínimos para o reajuste dos honorários. A medida é uma tentativa de solucionar o impasse que tem levado ao descredenciamento em massa de profissionais e às frequentes cobranças feitas por médicos diretamente aos beneficiários. No último dia 23, o Correio mostrou que os cirurgiões cardíacos estavam cobrando R$ 15 mil por uma cirurgia a clientes da SulAmérica — apesar de eles estarem em dia com a seguradora —, em protesto contra a falta de correção dos honorários.

André Longo, diretor de gestão da ANS, explicou que todos os contratos que estiverem em desacordo com a norma terão prazo de seis meses para adaptação. “Atualmente, na maioria dos contratos, o reajuste dos honorários é tratado como ‘de livre negociação’. Nós entendemos que isso é muito vago. A ideia é que quando não houver acordo sejam aplicados os índices mínimos a serem definidos entre as partes”, disse Longo. A norma a ser publicada é uma reivindicação antiga dos médicos, mas causou insatisfação entre representantes de planos de saúde.

No entender de José Cechin, diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), novas regras para os contratos entre médicos e operadoras são desnecessárias. “Eu creio que já haja uma regulamentação para o assunto, que é suficiente”, declarou, após participar de audiência pública na Câmara dos Deputados. Questionados sobre o aumento de 126% nas mensalidades dos planos de saúde nos últimos 10 anos sem que tenha havido repasse desses valores aos honorários médicos, os representantes das operadoras rebateram que o setor passa por sérias dificuldades financeiras.

Denise Eloi, presidente da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas), argumentou que, enquanto a receita das operadoras de autogestão alcança R$ 9,2 bilhões, as despesas chegam R$ 9,8 bilhões. “Isso é um pedido urgente de socorro, pela mudança do sistema assistencial”, declarou Denise. Já Cechin lembrou que a rentabilidade do setor é de 0,3%. “Não houve lucros extraordinários como se fala. Houve, sim, uma mudança na composição dos gastos com a perda de participação dos honorários.”

Na avaliação de Arlindo de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), as falhas no modelo assistencial brasileiro têm levado à insustentabilidade do setor. Almeida destacou que, só na última década, o número de planos caiu pela metade no país e o fechamento das pequenas prestadoras levou a uma concentração cada vez maior do mercado. Os números, entretanto, não sensibilizaram os médicos.

“Vamos para o enfrentamento, não nos resta outra opção. Os protestos continuarão nos próximos meses”, prometeu Márcio Bichara, diretor de Saúde Suplementar da Federação Nacional dos Médicos (Fenam). “Já que todos concordam que o médico está ganhando pouco, eu pergunto: quem é que vai pagar essa conta?”, provocou Carlos Vital, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).

» Cobertura para quimioterapia
Está na pauta da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal o Projeto de Lei nº 352/2011, que prevê a inclusão da quimioterapia oral entre as coberturas obrigatórias de planos e seguros privados de assistência à saúde. De autoria da senadora Ana Amélia (PPS-RS), o projeto tem parecer favorável do relator Waldemir Moka (PMDB-MS) e será votado em caráter terminativo na comissão. A matéria não passará pelo plenário para aprovação pelo Senado. O PL também prevê a inclusão de medicamentos para o controle de efeitos adversos relacionados ao tratamento, procedimentos radioterápicos para tratamento de câncer e hemoterapia.

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REVALIDA pode se transformar em lei – O Senador Paulo Davim (foto) do PV/RN deu entrada em um Projeto de Lei do Senado, PLS 138/2012

REVALIDA pode se transformar em lei

11/05/2012 às 0:04 | Publicado em Movimento médico, Waldir Cardoso | Deixe um comentário
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O Senador Paulo Davim (foto) do PV/RN deu entrada em um Projeto de Lei do Senado, PLS 138/2012, que Institui o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por universidades estrangeiras. O objetivo é subsidiar os procedimentos conduzidos por universidades públicas, nos termos do art. 48, § 2º, da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. A iniciativa atendeu solicitação das entidades médicas nacionais (FENAM, CFM e AMB) através da Comissão de Assuntos Políticos (CAP) que é coordenada pelo Conselhero Federal Alceu Pimentel. Participei desta exitosa articulação como integrante da CAP.

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